Catalano
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Umberto Catalano (5 de maio de 1904 - 10 de setembro de 2000).
Filho de italianos e nascido no Rio de Janeiro, ingressou no teatro em 1922, no elenco da Companhia de Comédias Palmeirim Silva, excursionando por todos os estados do Brasil. O sucesso foi tanto que, em 1925, ele estreou como ator de filmes mudos, no filme 'A Lei do Inquilinato'. Em 1932, já era considerado um dos melhores atores do país, mudando-se para a Companhia Jardel Jércolis e passando pelas companhias Mesquitinha, Alma Flora, Raul Roulien, Alda Garrido, Renato Viana, Tro-lo-ló e Beatriz Costa. Seu sucesso foi tanto que chegou a seguir para a Europa, participando de companhias portuguesas. De volta ao Brasil, decidiu descansar um pouco dos palcos, tornando-se diretor artístico do Casino Palace de Petrópolis, em 1939. Foi convidado a ingressar na companhia Walter Pinto em 1946, o que lhe abriu novamente as portas para o cinema, realizando mais de 70 filmes na época das chanchadas na Atlântida, onde tinha contrato de exclusividade. Em 1999, tornou-se o último brasileiro vivo a ter trabalhado no cinema mudo. Casou-se com Isabel Ramirez Casal, com quem teve uma filha, Rosana. Morreu aos 96 anos, de causas naturais, em sua casa em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. |
Atuação em:
Ano |
Personagem |
Filme |
Estúdio |
1941 |
Palhaços |
Sonofilms |